Dezembro e janeiro concentram muitas viagens de brasileiros para a Europa. Férias escolares, mercados de Natal na Europa, neve nos Alpes e a virada de ano em Lisboa, Paris ou Roma colocam o continente no topo da lista. E, em quase todos os países, o cartão resolve a maior parte das despesas, por isso escolher o melhor cartão para usar na Europa pesa no orçamento.
Só que a Europa tem moedas diferentes, regras próprias de reembolso de imposto e algumas armadilhas na hora de pagar, como a conversão para reais oferecida na maquininha. Neste guia, explicamos como funcionam os pagamentos no continente e comparamos as opções para você decidir com segurança.
Em poucas palavras: o melhor cartão para usar na Europa é o que funciona por aproximação, cobra na moeda local e reduz o custo de conversão e de IOF. Para compras, um cartão abastecido com saldo em dólar digital, como o Cartão Internacional da Brasil Bitcoin, pode gerar economia de até 3,5% em relação ao cartão de banco tradicional.
Cartão para usar na Europa em resumo
- O euro é a moeda de boa parte da União Europeia, mas países como Suíça, Reino Unido, República Tcheca, Hungria, Polônia e os nórdicos fora da zona do euro têm moeda própria.
- Pagamento por aproximação é a forma mais comum de pagar em lojas, restaurantes e, em muitas cidades, no transporte público.
- Na maquininha ou no caixa eletrônico, escolha sempre pagar na moeda local. A conversão para reais na hora (DCC) costuma sair mais cara.
- Turistas de fora da União Europeia podem pedir reembolso do imposto sobre vendas (tax free) em compras elegíveis.
- Compras com cartão de banco tradicional pagam IOF de 3,5% no Brasil.
- O Cartão Internacional da Brasil Bitcoin, abastecido com USDT ou USDC, pode gerar economia de até 3,5% em relação ao cartão tradicional. Ele serve para compras e não faz saque em caixa eletrônico.
Como funcionam os pagamentos na Europa
Pagar em euro e em países com outra moeda
A zona do euro reúne a maior parte dos destinos mais procurados por brasileiros, como Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, Holanda, Áustria e Grécia. Se o roteiro passa por um único desses países, toda a viagem é em euro.
Em roteiros mais longos, é comum cruzar fronteiras para países com moeda própria. A Suíça usa o franco suíço, o Reino Unido usa a libra, a República Tcheca usa a coroa tcheca, e Hungria, Polônia, Dinamarca, Suécia e Noruega também têm moedas locais. Nesses lugares, algumas lojas aceitam euro em espécie, mas com cotação própria e troco na moeda local. Pagar com cartão na moeda do país costuma ser mais simples e transparente.
Aproximação (contactless) é o padrão
Na maior parte da Europa, pagar aproximando o cartão ou o celular é o hábito do dia a dia. Em cidades como Londres, Milão, Roma e várias outras, dá para pagar metrô ou ônibus aproximando o cartão na catraca ou no validador. Para valores acima de um limite definido em cada país, a maquininha pode pedir a senha do cartão, então tenha a sua memorizada.
Onde o dinheiro em espécie ainda aparece
Países nórdicos e o Reino Unido funcionam quase sem dinheiro físico. Já na Alemanha, na Áustria e em partes do Leste Europeu, ainda há bares, padarias, feiras e barracas de mercado de Natal que preferem ou só aceitam espécie. Banheiros públicos pagos e alguns armários de bagagem também podem pedir moedas. Uma pequena reserva em euro ajuda nesses casos.
DCC: a conversão para reais na maquininha
Muitas maquininhas, lojas online e caixas eletrônicos europeus perguntam se você quer pagar em reais ou na moeda local. Essa conversão dinâmica de moeda (DCC) parece cômoda, mas costuma aplicar uma cotação menos favorável. A regra prática é recusar e escolher sempre a moeda local: euro, libra, franco ou coroa.
Tax free: reembolso do imposto nas compras
Nos países da União Europeia, o preço já inclui o imposto sobre valor agregado (IVA ou VAT). Turistas que moram fora do bloco podem pedir o reembolso desse imposto em compras elegíveis, em lojas que participam do sistema tax free na Europa. Em geral, é preciso apresentar o passaporte na loja, atingir um valor mínimo de compra, que varia por país, e validar os documentos na alfândega ao deixar a União Europeia. O reembolso pode ser feito no próprio cartão ou em dinheiro, descontadas as taxas do operador. O Reino Unido encerrou o tax free para turistas em compras de loja física, e a Suíça tem regras próprias.
Caixas eletrônicos
Sacar em caixa eletrônico no exterior costuma envolver tarifas do dono do caixa e, em alguns casos, a mesma oferta de conversão para reais. Quem precisar de espécie pode levar uma reserva pequena de casa ou usar outro cartão que permita saque. O Cartão Internacional da Brasil Bitcoin não faz saques em caixa eletrônico, então ele entra no planejamento como cartão de compras.
Qual o melhor cartão para usar na Europa: as opções para brasileiros
Cartão de banco tradicional
É prático para quem já tem e costuma ser bem aceito em cauções de hotel e locadora. Por outro lado, as compras no exterior pagam IOF de 3,5% e a conversão segue as regras do emissor.
Cartões de conta global em euro ou dólar
Contas globais permitem converter reais antes da viagem e pagar com um cartão ligado a esse saldo. A conversão antecipada ajuda a planejar o orçamento. Tarifas, IOF aplicado na conversão e condições de saque variam conforme cada instituição.
Cartão Internacional da Brasil Bitcoin
O Cartão Internacional da Brasil Bitcoin é um Visa Platinum aceito no mundo todo, abastecido com saldo em dólar digital, USDT ou USDC. Você deposita reais, converte pela cotação do dia, e as compras em euro, libra, franco ou qualquer outra moeda são debitadas desse saldo. Em relação a um cartão tradicional, a economia pode chegar a até 3,5%, que é o IOF cobrado nas compras internacionais com cartão de banco.
Comparativo: quanto o IOF pesa na viagem
| Exemplo ilustrativo | Gasto convertido em reais | IOF de 3,5% no cartão tradicional |
|---|---|---|
| Fim de semana em Lisboa | R$ 1.000 | cerca de R$ 35 |
| Quinze dias entre Paris, Viena e Praga no Natal | R$ 10.000 | cerca de R$ 350 |
Os valores mostram só o efeito do IOF. O custo final também depende da cotação e do spread cambial de cada opção. Essa lógica vale para escolher o melhor cartão para usar no exterior em qualquer destino.
| Critério | Banco tradicional | Conta global | Cartão Internacional Brasil Bitcoin |
|---|---|---|---|
| Origem do saldo | Limite de crédito ou conta em reais | Saldo convertido em euro ou dólar | Saldo em USDT ou USDC |
| IOF de 3,5% nas compras | Sim | Varia conforme a instituição | Economia de até 3,5% em relação ao cartão tradicional |
| Saque em caixa eletrônico | Em geral, sim, com tarifas | Varia conforme a instituição | Não disponível |
| Bandeira | Varia | Varia | Visa Platinum |
Como usar o Cartão Internacional da Brasil Bitcoin na Europa
- Abra sua conta na Brasil Bitcoin e conclua a verificação de identidade.
- Ative o Cartão Internacional, que faz parte do plano BB Plus.
- Deposite reais via Pix e converta para USDT ou USDC pela cotação do dia.
- Se quiser diluir a variação do câmbio, faça a conversão em partes nas semanas antes da viagem.
- Na Europa, pague por aproximação ou com chip e escolha sempre a moeda local na maquininha.
- Separe uma reserva pequena em espécie para feiras, barracas e banheiros públicos, já que o cartão não faz saques.
- Deixe uma margem de saldo para cauções de hotel e acompanhe os gastos pelo app.







Riscos e pontos de atenção
- Leve mais de um cartão. Uma alternativa evita problemas se um cartão for recusado, e um cartão com função de saque cobre emergências em espécie.
- Locadoras de carro podem exigir cartão de crédito. Confirme a regra de caução antes de reservar.
- Recuse a conversão para reais. Na maquininha, no site e no caixa eletrônico, pague na moeda local.
- Tax free tem prazo e procedimento. Sem a validação na saída da União Europeia, o reembolso não sai.
- Volatilidade: stablecoins acompanham o dólar, então o valor em euro varia com a cotação euro/dólar, e o valor em reais varia com o câmbio.
- Segurança: ative a autenticação em dois fatores no app e cuidado com batedores de carteira em áreas turísticas lotadas.
Perguntas frequentes sobre o melhor cartão para usar na Europa
Qual o melhor cartão para usar na Europa?
Depende do seu roteiro e do seu perfil. Para economizar no IOF nas compras, cartões abastecidos com saldo em moeda forte, como o Cartão Internacional da Brasil Bitcoin, podem reduzir o custo em relação ao cartão de banco tradicional. Para cauções e saques, vale ter um segundo cartão como reserva.
Qual o melhor cartão para usar na Itália?
Na Itália, a moeda é o euro e o pagamento por aproximação é aceito na maioria das lojas, restaurantes e, em cidades como Roma e Milão, no transporte público. Os critérios são os mesmos do resto da Europa: aceitação ampla, cobrança em euro e menor custo de conversão e IOF. Um cartão abastecido com dólar digital, como o Cartão Internacional da Brasil Bitcoin, cobre as compras, e uma pequena reserva em espécie ajuda em cafés e feiras.
Preciso levar euro em espécie?
Uma reserva pequena é útil, principalmente na Alemanha, na Áustria e em mercados de Natal. No resto, o cartão por aproximação resolve a maior parte das compras.
Posso usar o mesmo cartão na Suíça, no Reino Unido e na República Tcheca?
Sim, cartões internacionais funcionam nesses países. A compra é feita na moeda local e convertida pelo emissor. Basta escolher pagar em franco, libra ou coroa, e não em euro ou reais, quando a maquininha perguntar.
O Cartão Internacional da Brasil Bitcoin faz saque em caixa eletrônico?
Não. Ele é usado para compras presenciais e online. Para dinheiro em espécie, planeje uma reserva antes da viagem ou use outro meio.
Como funciona o tax free na Europa?
Em lojas participantes, você apresenta o passaporte, recebe o formulário de reembolso e valida na alfândega ao sair da União Europeia. O valor mínimo de compra e as taxas variam por país e operador.
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E a Brasil Bitcoin?
A Brasil Bitcoin é uma corretora brasileira de criptoativos, fundada em 2018, com mais de 650 mil clientes. Na plataforma, você compra e vende Bitcoin e mais de 200 criptoativos via Pix, guarda dólar digital (USDT e USDC) e usa o Cartão Internacional abastecido com esse saldo. Para quem também recebe em euro, a Conta Global da Brasil Bitcoin oferece uma conta em euro no seu nome, com IBAN para receber via SEPA.
Criptoativos são investimentos de risco e sujeitos a alta volatilidade. Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento.
