Os Estados Unidos estão entre os destinos favoritos dos brasileiros, seja para turismo, trabalho ou compras, como na Black Friday nos EUA. E é um dos países onde o cartão resolve praticamente tudo, do café da manhã ao pedágio. Por isso, escolher o melhor cartão para usar nos EUA faz diferença no custo final da viagem.
Mas pagar com cartão por lá tem particularidades que pegam muita gente de surpresa, como o imposto somado só no caixa, a gorjeta na conta e a caução no hotel. Neste guia, explicamos como funcionam os pagamentos no país e comparamos as opções para você escolher o melhor cartão para usar nos Estados Unidos.
Resposta direta: o melhor cartão para usar nos EUA é o que combina boa aceitação, custo baixo de câmbio e IOF e uma alternativa para cauções. Para os gastos do dia a dia, cartões abastecidos com dólar, como o Cartão Internacional da Brasil Bitcoin, podem gerar economia de até 3,5% em relação ao cartão de banco tradicional, e um cartão de crédito serve de reserva para caução.
Melhor cartão para usar nos EUA em resumo
- Cartão é aceito em quase todo lugar, e pagamento por aproximação é comum em lojas, restaurantes e transporte público.
- O preço da etiqueta geralmente não inclui o sales tax, o imposto sobre vendas, que é somado no caixa e varia por estado e cidade.
- Em restaurantes e serviços, a gorjeta é esperada e costuma ser adicionada na hora de pagar.
- Hotéis e locadoras de carro bloqueiam um valor no cartão como garantia.
- Compras com cartão de banco tradicional pagam IOF de 3,5% no Brasil.
- O Cartão Internacional da Brasil Bitcoin, abastecido com USDT ou USDC, pode gerar economia de até 3,5% em relação ao cartão tradicional.
Como funcionam os pagamentos nos Estados Unidos
Aproximação e chip
O pagamento por aproximação (contactless) é amplamente aceito, inclusive pelo celular, com carteiras digitais. Em várias cidades, também dá para pagar metrô e ônibus aproximando o cartão na catraca. Quando a aproximação não funciona, o caminho é inserir o cartão com chip. Em alguns lugares, ainda pedem assinatura em vez de senha.
Sales tax: o imposto que aparece no caixa
Nos Estados Unidos, o preço exibido na prateleira normalmente não inclui o imposto sobre vendas. Ele é somado na hora de pagar, e a alíquota muda conforme o estado e a cidade. Alguns estados não cobram sales tax estadual. Para não se assustar com o total, considere que o valor final pode ser alguns pontos percentuais maior que o da etiqueta. Em compras maiores, vale entender como funciona o tax free nos EUA e na Europa.
Gorjeta (tip)
Em restaurantes com serviço à mesa, a gorjeta é esperada e não costuma estar incluída na conta. A máquina ou o recibo trazem um campo para escolher o percentual ou escrever o valor. Com o Cartão Internacional da Brasil Bitcoin, a gorjeta precisa entrar no valor cobrado na hora, porque o cartão não aceita gorjeta somada depois no recibo. Táxis, aplicativos de transporte, salões e serviços de hotel também costumam receber gorjeta. Antes de pagar, confira se a conta já tem taxa de serviço incluída, comum em grupos maiores.
Cauções em hotéis e locadoras
No check-in do hotel e na retirada do carro alugado, é comum haver uma pré-autorização: um valor fica bloqueado no cartão como garantia e é liberado depois da devolução ou do check-out. A liberação pode levar alguns dias. Planeje um saldo ou limite extra para isso, principalmente em viagens com várias reservas seguidas.
Postos de gasolina e o CEP (ZIP code)
Muitas bombas de autoatendimento pedem o ZIP code, o código postal americano ligado ao cartão. Cartões emitidos no Brasil não têm esse dado, e a compra pode ser recusada na bomba. A solução mais comum é pagar no caixa da loja de conveniência, informando o número da bomba e um valor a abastecer.
Saques em caixas eletrônicos
Sacar dinheiro em ATM nos Estados Unidos costuma envolver taxa do dono do caixa eletrônico, além de eventuais tarifas do emissor do cartão. Para despesas pequenas em espécie, vale sacar valores maiores de uma vez, em vez de vários saques pequenos. Compare antes as taxas de saque no exterior.
O Cartão Internacional da Brasil Bitcoin não faz saque em caixa eletrônico. Se você precisar de dinheiro vivo, use outro cartão só para isso e deixe o Cartão Internacional para as compras.
Pagar em reais ou em dólares? Atenção à conversão na maquininha
Algumas maquininhas e caixas eletrônicos oferecem a opção de cobrar em reais na hora. Essa conversão dinâmica de moeda (DCC) costuma usar uma cotação menos favorável. Na dúvida, escolha sempre pagar na moeda local, em dólares.
Cartão para viajar aos Estados Unidos: opções para brasileiros
Cartão de banco tradicional
É o mais conveniente para quem já tem: não exige nada novo. Por outro lado, as compras no exterior pagam IOF de 3,5% e a conversão segue as regras do emissor. Para cauções de hotel e aluguel de carro, o cartão de crédito costuma ser bem aceito.
Cartões de conta global em dólar
Contas globais permitem converter reais em dólares antes da viagem e pagar com um cartão de débito ligado a esse saldo. A conversão antecipada ajuda a planejar o orçamento. As tarifas, o IOF aplicado na conversão e as condições variam de acordo com cada instituição.
Cartão Internacional da Brasil Bitcoin
O Cartão Internacional da Brasil Bitcoin é um Visa Platinum aceito no mundo todo, abastecido com saldo em dólar digital, USDT ou USDC. Você deposita reais, converte pela cotação do dia e as compras nos Estados Unidos são debitadas desse saldo. Em relação a um cartão tradicional, a economia pode chegar a até 3,5%, que é o IOF cobrado nas compras internacionais com cartão de banco.
Comparativo: quanto o IOF do cartão internacional pesa na viagem
| Exemplo ilustrativo | Gasto convertido em reais | IOF de 3,5% no cartão tradicional |
|---|---|---|
| Fim de semana em Nova York | R$ 1.000 | cerca de R$ 35 |
| Dez dias em Orlando com a família | R$ 10.000 | R$ 350 |
Os valores mostram só o efeito do IOF. O custo final também depende da cotação e do spread de cada opção.
| Critério | Banco tradicional | Conta global em dólar | Cartão Internacional Brasil Bitcoin |
|---|---|---|---|
| Origem do saldo | Limite de crédito ou conta em reais | Saldo convertido em dólar | Saldo em USDT ou USDC |
| Quando o câmbio é definido | Na compra ou no fechamento da fatura, conforme o emissor | Na conversão antecipada | Na conversão de reais para dólar digital |
| IOF de 3,5% nas compras | Sim | Varia conforme a instituição | Economia de até 3,5% em relação ao cartão tradicional |
| Bandeira | Varia | Varia | Visa Platinum |
Como usar o Cartão Internacional da Brasil Bitcoin nos Estados Unidos
- Abra sua conta na Brasil Bitcoin e conclua a verificação de identidade.
- Ative o Cartão Internacional, que faz parte do plano BB Plus.
- Deposite reais via Pix e converta para USDT ou USDC pela cotação do dia.
- Se quiser diluir a variação do câmbio, faça a conversão em partes nas semanas antes da viagem.
- Nos Estados Unidos, pague por aproximação ou com chip. As compras são debitadas do saldo em dólar digital.
- Deixe uma margem de saldo para cauções de hotel e locadora.
- Acompanhe os gastos pelo app durante a viagem.







Riscos e pontos de atenção
- Leve mais de um cartão. Ter uma alternativa evita problemas em caso de cartão recusado no exterior ou bloqueado.
- Locadoras de carro podem ter regras próprias. Algumas exigem cartão de crédito em nome do motorista para a caução. Confirme antes com a locadora.
- Cauções reduzem o saldo disponível. Hotéis e locadoras bloqueiam valores que só voltam alguns dias depois.
- Recuse a conversão para reais na maquininha. Pague sempre em dólares.
- Volatilidade: stablecoins acompanham o dólar, então o valor em reais varia com o câmbio.
- Segurança: ative notificações de compra e a autenticação em dois fatores no app.
Perguntas frequentes sobre cartão nos Estados Unidos
Qual o melhor cartão para usar no exterior em 2026?
Não existe um único cartão ideal para todos, mas três critérios ajudam: custo total de câmbio e IOF, aceitação no destino e uma opção para cauções. Em 2026, cartões de banco tradicional pagam IOF de 3,5% nas compras internacionais, então cartões abastecidos com dólar digital, como o da Brasil Bitcoin, podem gerar economia de até 3,5%. Levar um segundo cartão de outro emissor completa o kit.
Qual o melhor cartão para usar nos Estados Unidos?
Depende do seu perfil. Para economizar no IOF, cartões abastecidos com saldo em dólar, como o Cartão Internacional da Brasil Bitcoin, podem reduzir o custo em relação ao cartão de banco tradicional. Para cauções de locadora, um cartão de crédito costuma ser útil como reserva.
O preço nas lojas americanas já inclui imposto?
Na maioria das vezes, não. O sales tax é somado no caixa e varia por estado e cidade.
Como pagar gasolina com cartão brasileiro nos Estados Unidos?
Se a bomba pedir ZIP code, vá ao caixa da loja de conveniência, informe o número da bomba e o valor que quer abastecer. Se sobrar crédito, peça o estorno da diferença.
É melhor pagar em dólar ou em reais na maquininha?
Em dólar. A conversão para reais oferecida na hora costuma aplicar uma cotação menos vantajosa.
Quanto dar de gorjeta nos Estados Unidos?
Em restaurantes com serviço à mesa, a prática comum fica entre 15% e 20% da conta, antes de impostos. Em outros serviços, os valores variam. Confira sempre se a conta já inclui taxa de serviço.
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E a Brasil Bitcoin?
A Brasil Bitcoin é uma corretora brasileira de criptoativos, fundada em 2018, com mais de 650 mil clientes. Na plataforma, você compra e vende Bitcoin e mais de 200 criptoativos via Pix, guarda dólar digital (USDT e USDC) e usa o Cartão Internacional abastecido com esse saldo. É uma forma prática de levar dólar na viagem aos Estados Unidos.
Criptoativos são investimentos de risco e sujeitos a alta volatilidade. Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento.
