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A LINK é uma moeda digital que possui contrato definido na rede ERC-20 (rede da moeda Ethereum), mas está diretamente ligada à rede Chainlink, que ganhou visibilidade e espaço no mercado do criptoativos devido à sua inovação em sistemas peer-to-peer (P2P), modificando o cenário das blockchains.
Como a Chainlink funciona?A rede da Chainlink foi idealizada por Sergey Nazarovy com o intuito de aprimorar as redes blockchain e seus contratos inteligentes, fornecendo a conexão entre estes contratos e o mundo exterior, através de sua rede de oráculos.
Em redes como a ERC-20, uma vez que um contrato é lançado, sua estrutura e informações ficam por lá registrados de forma permanente e imutável, não podendo sofrer atualizações, enquanto que na rede de oráculos da Chainlink é possível otimizar para que atualizações sejam feitas de forma funcional e segura, de acordo com a demanda que lhe é apresentada.
Imagine que você gostaria de deixar registrado em um smart contract (contrato inteligente) um acordo com uma empresa prestadora de serviços — no entanto, o valor do serviço acompanha a cotação do dólar, por exemplo.
A Chainlink possibilita que os preços definidos acompanhem o valor da moeda em questão, sem que seja necessário redigir um novo contrato com a atualização em questão, e por isso o nome dado para essa tecnologia é contrato inteligente.
Em seu lançamento, em 2017, o valor da uma unidade de LINK era de US$ 0,17. Do lançamento até seu topo histórico, a cotação da Chainlink teve uma valorização maior que 34.500% (34,5 mil por cento!).
O melhor e mais seguro método de comprar Chainlink é por meio de uma exchange de criptomoedas, como a Brasil Bitcoin. As exchanges (corretoras) são plataformas que intermediam negociações entre compradores e vendedores de forma rápida e automatizada.
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Links úteisCaso você seja iniciante no mundo das criptomoedas, acesse o blog da Brasil Bitcoin e confira nossos tutoriais para aprender tudo sobre Chainlink e os principais ativos do mercado.
Chainlink, Polkadot e Cardano devem ser superadas por esta rivais do XRP em 2026
Encontrar a melhor criptomoeda para investir nunca foi tão desafiador. As gigantes da camada 1 estão perdendo força, e investidores experientes estão buscando projetos que ofereçam ganhos explosivos, como os experimentados pelos primeiros detentores de XRP.
Baleias acumulam Chainlink enquanto 2º ETF estreia nos EUA
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CME avança em altcoins com futuros de ADA, LINK e XLM
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Chainlink mantém preço de cinco anos atrás, enquanto a Remittix sobe mais de 800% em 12 meses
A Chainlink segue como um projeto DeFi no centro do debate atual do mercado, enquanto traders observam que o preço da Chainlink agora espelha níveis vistos pela última vez há cinco anos. Essa comparação surgiu em meio a uma semana volátil para o mercado cripto, com o Bitcoin andando de lado, fluxos de ETFs mistos e capital migrando para ativos que demonstram progresso claro de produto..
Strategy pede para MSCI manter empresas de Bitcoin em seus índices
A MSCI, uma das principais provedoras de índices de mercado do mundo, disse estar considerando remover empresas de tesouraria de criptomoedas de seus índices. Sendo mais específico, todas empresas com mais de 50% de seu valor em Bitcoin ou outra criptomoeda.
Isso incluiria a Strategy (NASDAQ: MSTR), maior posição em Bitcoin do mercado, dentre outras que se encaixam no critério.
Como resposta, a empresa de Michael Saylor publicou um documento nesta quarta-feira (10) pedindo que a MSCI ignore a proposta.
Strategy afirma que remover empresas de Bitcoin seria uma perseguição política
Embora hoje o valor de mercado da Strategy esteja totalmente ligado ao preço do Bitcoin, a empresa de Michael Saylor defende que ela, e outras tesourarias de criptomoedas, são empresas operacionais, não fundos.
Como exemplo, nota que eles usam seus bitcoins como base de produtos de crédito digital, instrumentos de dívida e ações preferenciais.
“Hoje, a Strategy oferece instrumentos de crédito digital lastreados em Bitcoin, similares aos que bancos e seguradoras historicamente disponibilizam”, justificou a empresa.
Outro ponto levantado é que o limite de 50% seria arbitrário, ou seja, escolhido sem motivo aparente além de mirar determinadas empresas.
Como comparação, a Strategy cita que diversas empresas de outros setores também mantém estoques acima desse nível em outras commodities, incluindo petróleo, madeira, ouro, imóveis, etc.
“A proposta introduz de forma indevida considerações de política pública na construção de índices”, seguiu a Strategy.
“A proposta entra em conflito com a política dos EUA e sufocaria a inovação.”
Isso porque a ideia iria justamente contra o abandono da Operação Chokepoint 2.0, tida como uma bandeira do governo Trump.
Indo além, a Strategy nota que a proposta afetaria mineradoras de Bitcoin, que também mantém grandes reservas da criptomoedas em caixa, bem como outras empresas novas.