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Sem memes e especulação: Bancos e gigantes globais dominam o MERGE SP
O MERGE São Paulo 2026 foi a primeira edição do evento no Brasil, parte de uma conferência global idealizada em Madri para integrar América Latina e Europa no debate sobre cripto e Web3. Realizado de 17 a 19 de março de 2026 (oito meses após a edição de Buenos Aires em 2025), o MERGE SP contou com um summit institucional de abertura seguido de dois dias de palestras no WTC São Paulo.
Em 17 de março ocorreu um jantar reservado para 400 convidados no Theatro Municipal de São Paulo, que abriu simbolicamente o encontro com autoridades e CEOs.
Argentina lança plano federal para combater esquemas de pirâmide e fraudes com criptomoedas
O Governo da Argentina, por meio do Ministério da Segurança Nacional, oficializou nesta segunda-feira (16) a criação de uma nova e robusta estratégia para enfrentar o crescente número de crimes cibernéticos e financeiros.
Mediante a Resolução 231/2026, publicada no Boletim Oficial do país, foi aprovado o “Plano Federal de Luta contra a Fraude Ciberassistida (2026-2027)”, uma medida que coloca os esquemas de pirâmide e os delitos envolvendo ativos digitais na mira direta das autoridades.
O documento, assinado pela ministra Alejandra Susana Monteoliva, alerta para o vertiginoso avanço das tecnologias e para como esse cenário tem gerado modalidades criminosas cada vez mais sofisticadas.
Diante dos grandes prejuízos financeiros causados à sociedade, o Estado argentino busca agora implementar uma resposta proativa e coordenada de longo prazo.
Foco em criptoativos e pirâmides financeiras
Um dos pontos de maior destaque da resolução é a abordagem incisiva sobre as novas tecnologias financeiras.
O texto oficial faz menção a normativas anteriores que já haviam ampliado as faculdades das Forças Policiais e de Segurança Federais para investigar especificamente o crime de intermediação financeira não autorizada mediante a utilização de criptoativos.
Com o novo plano, o Ministério da Segurança tenta dar um passo além da simples reação posterior à ocorrência do crime.
A estratégia contempla de maneira explícita a necessidade de antecipação de fraudes massivas mediante esquemas piramidais.
Esse flagelo financeiro ganhou enorme notoriedade mundial e local devido à proliferação de falsas plataformas de investimento que captam usuários com promessas de lucros rápidos e garantidos.
Detecção proativa e bloqueio de transações
O Plano Federal estabelece um marco metodológico que inclui ações diretas de conscientização, educação cidadã e o desenvolvimento de um arcabouço normativo mais rígido.
A resolução também promove uma estreita vinculação da pasta de segurança com os órgãos reguladores do país para monitorar o mercado e executar a detenção rápida de transações indevidas.
Para facilitar a colaboração das vítimas e o mapeamento inteligente dos crimes, o projeto detalha a gestão integral de canais de denúncia, o que inclui a central telefônica 134, endereços de e-mail e formulários web.
Toda a informação coletada passará por um processo de análise estatística profunda para detectar padrões de ataque, otimizar a resposta operacional da polícia e permitir uma abordagem da fraude de forma sistêmica.
Esforço nacional e uso de infraestrutura existente
A resolução governamental pontua que o sucesso do plano de segurança dependerá diretamente da colaboração interinstitucional.
Por esse motivo, o Ministério instruiu a Direção de Cibercrime e Assuntos Cibernéticos a coordenar a implementação transversal da medida e convidou formalmente todas as províncias e a capital Bue
Ex-premiê britânico Boris Johnson chama Bitcoin de “esquema Ponzi” e atrai repúdio de bilionário
O ex-primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, causou um verdadeiro alvoroço no mercado financeiro digital na tarde da sexta-feira (13). O político britânico utilizou sua conta oficial na rede social X (antigo Twitter) para promover um artigo de sua autoria publicado no portal de notícias Daily Mail, no qual ataca frontalmente a principal criptomoeda do mundo.
A declaração polêmica rapidamente furou a bolha do mercado tradicional e atraiu a ira de grandes defensores da tecnologia descentralizada.
Em sua publicação, que ultrapassou a marca de dois milhões de visualizações em poucas horas, Johnson foi direto em sua crítica e demonstrou ceticismo em relação à legitimidade do ativo digital.
O ex-premiê afirmou que sempre suspeitou que o Bitcoin fosse um esquema Ponzi gigante e destacou que, agora, está ouvindo histórias de infortúnios e perdas financeiras que o fazem temer que sua tese esteja absolutamente correta.
Resposta do bilionário Michael Saylor
A repercussão da postagem entre a comunidade global de criptomoedas foi imediata e forçou a entrada de pesos-pesados do setor no debate.
O bilionário e fundador da Stratregy (ex-MicroStrategy), Michael Saylor, conhecido por ser um dos maiores detentores institucionais e defensores do Bitcoin no mundo, fez questão de rebater publicamente as alegações do político britânico.
Em uma resposta direta que rapidamente acumulou centenas de milhares de visualizações, Saylor deu uma aula sobre os fundamentos econômicos e tecnológicos da rede.
O executivo explicou que um esquema Ponzi exige, obrigatoriamente, a figura de um operador central que promete retornos irreais e utiliza o dinheiro dos novos entrantes para pagar os investidores mais antigos, em uma estrutura fraudulenta e insustentável.
Para desconstruir a narrativa de Boris Johnson, o bilionário pontuou as diferenças cruciais que separam a moeda de uma fraude financeira.
Polymarket fecha acordo com Dow Jones e leva dados de previsão ao Wall Street Journal
Polymarket e Dow Jones anunciaram uma parceria estratégica que promete ampliar a presença dos dados de mercados preditivos nas principais plataformas de notícias financeiras dos Estados Unidos. A novidade – divulgada em um comunicado conjunto nesta quarta-feira – levará informações de probabilidade em tempo real para leitores de The Wall Street Journal, Barron’s, MarketWatch e Investor’s Business Daily, entre outros veículos..
PF apreende criptomoedas em operação envolvendo Caixa Econômica
Na manhã d quarta-feira (5) a Polícia Federal, com apoio do GAECO/MPF, deflagrou a Operação Trampo com o objetivo de desmantelar e descapitalizar uma organização criminosa interestadual, com núcleos no Rio de Janeiro e São Paulo, voltada para a subtração de valores do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS e de Auxílio Emergencial de contas da Caixa Econômica Federal – CEF, além de atos de lavagem de capitais. Na ação da última semana, cerca de 100 policiais federais cumpriram 27 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara Federal do Rio de Janeiro, nos municípios do Rio de Janeiro/RJ, Niterói/RJ, São Paulo/SP, Várzea Paulistas/SP, Indaiatuba/SP e Salto/SP.